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agenciabrainstorm

Número de PCs brasileiros infectados salta 92% no semestre 05/11/08

Pesquisa da Microsoft afirma que instalação de softwares indesejados cresceu 43% em um ano



REUTERS





SÃO PAULO - Uma pesquisa realizada pela Microsoft mundialmente, que pela primeira vez incluiu o Brasil, apurou um salto de 92 por cento no número de computadores brasileiros com algum tipo de invasão ou software indesejado.



A quinta edição do Relatório de Inteligência e Segurança da Microsoft mostra números… Continuar

Postado por agenciabrainstorm em 5 novembro 2008 às 16:52

agenciabrainstorm

A tecnologia emburrece ou liberta nossas mentes? -23/09/08

The New York Times

Novas mídias, como o Twitter, exigiriam modificações "na fiação do cérebro"



Damon Darlin



Todo mundo tem comentado muito um artigo publicado pela revista Atlantic e intitulado o Google está nos tornando estúpidos?. E pelo menos certa proporção das pessoas que participam da discussão parece ter lido o artigo de 4.175 palavras, escrito por Nicholas Carr. Para ajudá-los a poupar seu tempo, minha idéia inicial… Continuar

Postado por agenciabrainstorm em 23 setembro 2008 às 23:13

Aprenda a usar o YouTube plenamente 05/11/08

SOLO ONLINE – O guitarrista Gustavo Guerra ganhou mais alunos depois de colocar clipes no YouTube

Bruno Galo & Marcus Vinícius Brasil

Gustavo Guerra é um hábil guitarrista. Já Elaine Tripiano é uma expert no crochê. Apesar de possuírem interesses opostos, ambos compartilham algo em comum. Utilizando de maneira inteligente as ferramentas oferecidas pelo YouTube, eles encontraram no portal de vídeos uma maneira fácil e barata de expor seus talentos – e com isso, é lógico, ganhar uma graninha.

Os dois nem se conhecem. Gustavo mora em Curitiba e Elaine em Brasília, mas há cerca de dois anos eles resolveram “meio de brincadeira” mostrar as suas habilidades na web. Resultado: os vídeos de cada um somam mais de 10 milhões de visualizações e a procura pelo serviço deles aumentou muito.

O primeiro passo de ambos foi, é claro, criar uma conta no portal. Em seguida, personalizaram seus perfis – que no site são chamados de “canais” – e começaram a subir os clipes. Com seu sucesso, o YouTube os procurou para fechar uma parceria, o que lhes garantiu maior visibilidade e algumas ferramentas extras de customização, como banners próprios em suas páginas.

“Os vídeos no YouTube fizeram com que eu passasse a vender muito mais. Hoje eu recebo encomendas de todo o Brasil”, conta Elaine (youtube.com/tripiano), de 33 anos, que também ganha dinheiro com a venda de vídeo-aulas. A coleção completa, que atualmente conta com 54 DVDs (a cada mês Elaine lança mais dois), sai por R$ 900, e já foi vendida para a França e Japão. “Os japoneses gostam muito do meu trabalho”, garante a costureira, que também mantém um blog (elainecroche.blogspot.com).

Com Guerra (youtube.com/gguerra) não foi diferente. “Depois do YouTube passei a dar mais aulas. Na verdade, nem dou conta de atender toda a demanda. Tem uma lista de espera imensa”, conta. Ele acaba de ganhar uma das principais competições online para guitarristas, o Guitar Idol (www.guitar-idol.co.uk), batendo mais de 700 concorrentes de todo o mundo.

Como prêmio, ele abriu o show de ninguém menos que Joe Satriani. O famoso guitarrista norte-americano nem sabe, mas ele deu uma forcinha para o sucesso dos vídeos de Guerra na web. “Para aumentar o número de visualizações, depois de um tempo, eu comecei a incluir outras palavras-chave, como ‘Joe Satriani’, ‘Steve Vai’, ‘Guitar Lessons’, etc”.

Marcelo Barbosa, de 29 anos, é outro exemplo de usuário que soube utilizar bem o potencial do site. Em seu canal (youtube.com/elmacbee), ele cria sátiras animadas, e seu canal mostra que os usuários do YouTube não estão à procura apenas de aulas e tutoriais.

“Eu criei o canal em maio de 2006. Fiquei dois anos tratando ele apenas como uma conta, até que em agosto de 2008 me tornei parceiro. Desde então, o número de visitantes diários multiplicou por cinco. Foi o estímulo que estava faltando pra produzir novos vídeos e desenhos”, conta Barbosa.

Se, assim como eles, você quiser expor algum talento na web, é hora de aprender a utilizar melhor os recursos do portal. De customização de canais à legendagem, as opções estão esperando por você.


BitTorrent é a TV da audiência global -01/10/08

Maioria dos downloads foi feita pela audiência global do seriado

A estréia da 3ª temporada de Heroes, da NBC, bateu recorde nos sites de BitTorrent, tecnologia utilizada para livre troca de arquivos na rede. Em apenas um dia, foram mais de 10 milhões de downloads dos capítulos de abertura da nova fase do seriado, segundo o MiniNova.

E o detalhe mais importante - 92% dos downloads vieram de usuários de fora dos EUA, países onde a 3ª temporada da série vai demorar semanas, meses ou anos para estrear na TV.

O que ajuda a corroborar uma pesquisa de uma das maiores redes de TV e rádio dos EUA. A priori, as pessoas preferem assistir a uma série na TV. Somente optam pelo download ou assistir na web a um capítulo que perderam [reprise] ou a um seriado ou temporada que vai demorar ou não passa mais na TV.

Jesse Alexander, produtor-executivo de Heroes, completou em entrevista ao TorrentFreak:

“As redes de TV devem reconhecer isso. E dar aos seus telepectadores mais meios de interagir com o seu conteúdo, além de encontrar formas de gerar receita de cada membro dessa audiência global”.

Também durante esse final de semana, na conferência Streaming Media West, Albert Cheng, da ABC Digital, disse que a emissora de TV planeja colocar todo o seu conteúdo na rede.

Programas completos para downloads, vídeos que podem ser “embedados” em sites e streaming ao vivo de jornais e seriados, além de ferramentas para que as pessoas possam fazer mashups e criar aplicativos que tenham como base o conteúdo da ABC. Talvez uma API com acesso público pela frente.

ABC: Não é TV, mas uma empresa de conteúdo

“A ABC é uma `marca de conteúdo` que poderá estar em qualquer dispositivo, moldada especificamente para atender às necessidades dos consumidores e anunciantes e ‘otimizada’ para cada uso e plataforma digital”

A emissora de TV, com sucessos como Ugly Betty e Lost debaixo de seu chapéu, é outra empresa de comunicação que pretende adotar a postura agnóstica do NYTimes, num processo de não se prender muito a nenhum formato ou suporte e se posicionar no mercado como uma empresa de conteúdo, de informação editada e estruturada.

O que, de certa forma, ecoa na entrevista de Vint Cerf ao The Guardian. O “vovô da internet” e evangelista da Google disse:

“Eu gostaria de sugerir que o termo newspaper [jornal] fosse dividido em 2 partes, ‘news’ e ‘paper’. O ‘paper’ [papel] precisa ser colocado de lado por um tempo, como um dos muitos possíveis suportes de distribuição de conteúdo. O mecanismo de produzir informação é separado do de distribuição. Ou deveria ser…”

Cerf: “news” separado de “paper”

Para uma audiência global, cada vez mais comum nos produtos dessas empresas, resta saber se todo esse conteúdo de ABC, CBS, BBC e outras siglas, não estará bloqueado para usuários residentes fora dos EUA e da Inglaterra.

Enquanto não existir uma “lei internacional de direitos autorais”, uma Convenção de Genebra dos direitos autorais, o BitTorrent fica como opção para a audiência global dessas emissoras.

É frustante você lançar um produto como o Heroes e, num primeiro momento, ele ficar disponível apenas para a audiência de um país. Mais frustante ainda é tratar a internet como único meio de distribuição de conteúdo ou suporte de narrativa.

Por isso que os produtos mais interessantes caminham para serem aqueles apoiados na transmedia. O próprio Heroes é o melhor exemplo disso. Não adianta diretores de sites ficarem de birra com a TV e os impressos. E os diretores de TV, por sua vez, “ficarem de mal” com a internet.

Esse “mimimi” todo não vai levar a lugar nenhum. Transmedia e audiência global de produtos estão aí para não serem desperdiçados.
Enquanto isso, os sites de BitTorrent crescem em cima dessa audiência global não atendida.
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Fundador do Google revela ter predisposição a ter Parkinson-23/09/08

Graças a testes genéticos realizados por empresa de sua esposa, Sergey Brin descobriu mutação genética

Kimberly White/REUTERS
Sergey Brin: "Agora tenho oportunidade de ajustar minha vida para reduzir a probabilidade da doença'

SÃO FRANCISCO - Sergey Brin, co-fundador da Google, lançou um blog (http://too.blogspot.com/) que inicia com uma singular confissão, na qual revela que possui uma mutação genética que o predispõe a ter Mal de Parkinson.

O co-fundador do Google conta que soube que era portador do gene G2019S, uma mutação de outro gene relacionada à predisposição a ter Mal de Parkinson, graças a testes genéticos realizados pela 23andMe, uma companhia fundada por sua esposa.

"Quando minha mulher me pediu para procurar esta mutação em meus dados genéticos, vi como um entretenimento, mas acabei descobrindo algo muito importante para mim", diz Brin, que acrescenta que sua mãe, que já sofre de sintomas de Parkinson, também é portadora do G2019S.

As pessoas com este gene "têm uma probabilidade entre 20% e 80% maior de ter Parkinson" ao longo da vida, afirma Brin, que afirma estar agradecido por saber disso cedo.

"Tenho a oportunidade de ajustar minha vida para reduzir a probabilidade de sofrer a doença", afirma.

"Também tenho a possibilidade de apoiar a pesquisa sobre o Parkinson muito antes que me afete", ressalta.





Ebay lança site de produtos 'verdes' - e tem brasileiros lá-23/09/08


O potencial de mercado dos produtos 'verdes'- fabricados com menor impacto ambiental e ligados a causas sociais - levou o site de vendas pela internet eBay a lançar este mês sua versão socialmente responsável, o World of Good.com by eBay.

Lá, podem ser encontrados de comida a joalheria e instrumentos musicais. Os produtos são reunidos em quatro grupos: Bons para o planeta; Bons para as pessoas; Amigos dos animais e Apoiadores de causas. E o interessante é que há uma razoável oferta de produtos brasileiros - dá para pesquisar produtos por país. Há bolsas e outros acessórios feitas com invólucros de latinhas de alumínio reciclado por comunidades do Rio; artigos de prata, muito artesanato.

Pesquisando por aqui, não encontrei canais de venda com proposta parecida. Uma exceção talvez, mas com objetivo diferente, é o Catálogo Sustentável da FGV, que lista vários produtos com esse perfil que estão disponíveis no mercado nacional.

Quem souber de canais de venda de produtos 'verdes' pela internet no Brasil, me avise que terei prazer em divulgar por aqui.

Tendência

A febre dos produtos com apelo socioambiental está ganhando cada vez mais força, a respeito da crise econômica que assombra os países ricos. Foi o que apontou uma pesquisa realizada a pedido da rede de varejo The Body Shop, que ouviu 9,5 mil pessoas nos Estados Unidos e outras 6 mil no Canadá. Nos EUA, 76% dos entrevistados afirmaram que hoje levam mais em conta a responsabilidade socioambiental das empresas na hora de comprar do que há cinco anos atrás. Outros 39% disseram que a ética empresarial é um critério efetivo na tomada de decisões de suas compras do dia-a-dia.

Criada no Reino Unido ainda na década de 1970, a The Body Shop ganhou notoriedade por adiantar muitos dos pilares da chamada responsabilidade social corporativa para o segmento de cosméticos, antes mesmo da estratégia virar moda entre as empresas.

Começou banindo testes em animais, fazendo acordos comerciais com comunidades antes excluídas do sistema (inclusive com índios brasileiros)e se engajando em um sem-número de causas sociais. Um pouco da história da empresa pode ser conhecido no livro de sua fundadora, Anita Roddick, Meu Jeito de Fazer Negócios, com edição no Brasil. Anita morreu há um ano, aos 64 anos, mas já estava afastada do comando da empresa, que em 2006 foi vendida à gigante dos cosméticos L'Oreal.

Agora, a empresa quer aproveitar o bom momento dos produtos com apelo socioambiental e ressaltar sua herança 'verde' em uma grande campanha.

 

Últimas Tecnologia

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Notas

Twitter Mania não pára de crescer - agora 3D 15/03/09

SÃO PAULO – O site que revolucionou o microblog e a forma de se comunicar na web se mostra forte ainda em sua independência. Segundo dados da comScore, somente nos Estados Unidos, em fevereiro, o Twitter teve 4 milhões de pessoas visitantes.

E o número foi divulgado pela própria comScore via Twitter. É inquestionável a popularidade do site, que, mesmo sendo disputado por…

Continuar

Criado por agenciabrainstorm 15 Mar 2009 at 22:04. Atualizado pela última vez por agenciabrainstorm 16 Mar, 2009.

Últimas Internet

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Vitrine de tecnologias durante apuração nos EUA 05/11/08

As empresas de comunicação nos EUA (TVs, rádios, sites de jornais) aproveitaram ao máximo as eleições para testar e apresentar novas tecnologias, integrações e abordagens de conteúdo.

Foi uma verdadeira vitrine. Bastante coisa foi mostrada. Separei o que de mais interessante foi utilizado durante o processo de apuração nesta terça-feira.


1) No YouTube e na TV - A emissora de TV PBS fechou uma parceria com o YouTube e lançou o Video Your Vote. Convidou as pessoas a registrarem a sua experiência de votar. Os vídeos foram plotados no mapa. Alguns foram exibidos na TV.
É bem parecido ao que a TV Cultura fez durante a cobertura da Virada Cultural neste ano, em São Paulo.


2) O melhor gosto musical - Ao invés de votar em Obama ou McCain por questões políticas, no site de música Imeem você era convidado em votar em qual dos dois tinha a melhor playlist.


3) Um gráfico vale mais que mil palavras - Depois que o NYTimes começou a colaborar com o Many Eyes, projeto da IBM sobre visualização de dados, o jornal passou a utilizar infográficos de acompanhamentos em diversas coberturas.

Durante a apuração, por exemplo, criou um dos melhores painéis para acompanhar os resultados, que centralizou dados da CNN, NBC, Fox; e lançou outro, mais interativo. Você era convidado a dizer qual era o seu estado de espírito em relação ao possível resultado das eleições.

No final, uma nuvem de tags foi montada com os sentimentos dos leitores. Um verdadeiro termômetro da apuração, mais humano, para fazer um contraponto aos números, mais frios.

4) Só falta teletransporte - Depois da sua “parede mágica“, a CNN estreou o uso da “tecnologia de holograma” durante a apuração.

Uma repórter que estava em Chicago aparecia no estúdio em holograma, em Nova York.
O músico Will.i.am, do Black Eyed Peas, também foi projetado em 3D no estúdio.
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Cenário social online do Japão não é tão social 01/10/08
Jay Alabaster

Como muitos jovens de 20 anos, Kae Takahashi tem uma página no MySpace, site norte-americano de redes sociais, e é impossível confundi-la com a página de qualquer outra pessoa.

Cenário social online do Japão não é tão social

Tradução: Paulo Migliacci ME

Há fotos da moderna garota de Tóquio exibindo as roupas que ela mesma desenha em suas horas vagas, acompanhadas por seu nome, detalhes sobre suas atividades e considerações sobre sua vida amorosa escritas em um inglês não muito preciso.

Mas quando alguém visita a página de Takahashi no mixi, o mais conhecido dos sites sociais online japoneses, a identidade dela não está à vista. Lá, Takahashi emprega um pseudônimo, afirma que tem 88 anos e vive na cidade de "Christmas". O perfil está fechado a visitas de desconhecidos. Takahashi está longe de ser a única pessoa a agir assim: a vasta maioria dos cerca de 15 milhões de usuários do mixi prefere revelar pouco ou nada sobre si mesmos.

E isso não é uma questão referente ao mixi, mas sim ao Japão como um todo. O YouTube faz muito sucesso por aqui, mas são raros os usuários que atendem ao convite do site para que se mostrem em vídeo ao mundo. Postar vídeos sobre animais de estimação é muito mais popular, e resultou em geração de celebridades animais.

Em grandes sites de paquera como o Match.com, o objetivo do exercício é exatamente falar sobre si mesmo e conhecer outras pessoas. Mas menos de metade dos membros pagantes da Match.com no Japão oferecem fotos em seus perfis, ante quase 100% dos membros nos Estados Unidos.

Bem-vindo ao cenário das redes sociais online japonesas, no qual é muito improvável que você venha a conhecer alguém que ainda não conhece. As promessas iniciais de uma nova fronteira social aberta, semelhante ao mundo centrado em identidades pessoais do Facebook e do MySpace nos Estados Unidos, foi substituída por um reino no qual as pessoas se mantêm seguramente abrigadas em seus círculos de amigos, e poucas optam por se revelar a desconhecidos.

"Existe a sensação de que 'meu rosto não é interessante' ou 'não sou atraente - nada tenho de especial para mostrar às pessoas'", diz Tetsuya Shibui, escritor que há muito acompanha o desenvolvimento da Internet no Japão.

De fato, o mundo virtual japonês não difere muito do mundo real do país. As pessoas raramente se apresentam pelo prenome a quem não conheçam muito bem. Diálogos espontâneos são incomuns mesmo nos trens e ruas lotados de Tóquio. Os programas noticiosos de TV muitas vezes ocultam os rostos de pessoas vistas ao fundo de uma cena que esteja sendo filmada, para proteger sua privacidade.

Takahashi, que criou seu perfil no mixi três anos atrás, o mantém escondido de forma a que apenas usuários convidados possam visitá-lo. A lista de amigos online que tem no site cresceu para cerca de 300 nomes, poucos dos quais ela não conhece em pessoa, mas ainda assim ela removeu detalhes pessoais do perfil e passou a postar bem menos.

"Se eu falar demais, as pessoas erradas podem ler, e as coisas se complicariam", ela afirma.

Essa tendência à invisibilidade dificulta às redes sociais ocidentais ganhar espaço no país. As incursões tardias do Facebook e do MySpace (parte da News Corp.) ao mercado japonês, por exemplo, não atraíram grande interesse.

O Google, que opera o YouTube, tentou convencer os japoneses a relaxar, organizando eventos em Tóquio nos quais garotas de minissaia percorriam a cidade carregando molduras fotográficas gigantes e câmeras de vídeo, solicitando que os pedestres se enquadrassem na moldura e gravassem vídeos para o site.

Mas a empresa decidiu reduzir esses esforços. A mais recente campanha do YouTube no Japão gira em torno de vídeos dos animais de estimação das pessoas.

"Não temos como mudar a forma de viver do povo japonês", disse Tomoe Makino, encarregado de desenvolver o relacionamento com parceiros no site japonês do YouTube. "Essa é a singularidade da cultura japonesa - o anonimato funciona, no Japão".

Nem sempre foi assim. Quando o mixi foi lançado, no começo de 2004, muitas pessoas se registraram com seus nomes reais e postaram fotos. "Era tudo entre amigos, e amigos de amigos, de modo que fácil realizar buscas usando nomes, e era fácil encontrar as pessoas", diz Shibui.

Mas o mixi rapidamente ganhou popularidade e destaque na mídia, à medida que se aproximava a data de sua oferta inicial de ações, em 2006. O site só aceita novos membros por meio de convites de usuários existentes, mas algumas pessoas haviam começado a enviar convites de forma aleatória. O conceito de círculo de amigos foi violado e os usuários existentes começaram a fechar o acesso a seus perfis e a utilizar pseudônimos no site.

Naoko Ito é uma participante típica do cenário online japonês. Os vídeos que ela posta sobre a bagunça que seus gatos costumam fazer em casa estão entre os mais populares do YouTube japonês. O blog de Ito, que é funcionária administrativa em um escritório, traz fotos diárias de seus gatos e das confusões que aprontam, e a popularidade das fotos lhe valeu contrato para um livro. Mas Ito não revela seu nome e em cinco anos de blog, raramente postou fotos que mostram seu rosto.

Ela diz que não é costume, entre os japoneses, se colocar em destaque, e que os raros casos nos quais decidiu postar fotos suas era só para mostrar que ela é uma pessoa comum.

"Quero que as pessoas sintam que sou alguém normal, nada de especial, só uma pessoa que gosta de gatos", ela escreveu em mensagem de e-mail.

A relutância em revelar informações pessoais online se acopla à desconfiança generalizada quanto às pessoas que o fazem, e sites estrangeiros como o Match.com tiveram de se adaptar. O site opera um escritório no Japão desde 2004, e acrescentou recursos exclusivos para o país como certificação de identidade, a fim de gerar uma atmosfera de confiança.

"Quando pesquisamos sobre os consumidores japoneses, constatamos que o principal motivo para não usar um serviço online de encontros era o fato de que eles não sabiam se a outra pessoa era ou não real", diz Katsu Kuwano, presidente da Match.com.

O site elevou seu número de assinantes no Japão adotando uma abordagem dirigida com mais cuidado às mulheres japonesas, cujo interesse principal é casar; as campanhas publicitárias costumam acontecer perto dos grandes feriados, quando elas viajam para suas cidades de origem e enfrentam pressão dos pais para que se casem.

Mas Kuwano diz que, mesmo para as mulheres em busca de maridos no site, apenas 40% se dispõem a postar fotos, e que a probabilidade de que os homens respondam a um perfil sem ver uma foto antes é muito menor.

A empresa espera convencer mais pessoas a se mostrarem online ao se definir menos como empresa de web, aproveitando o movimento "konkatsu", muito popular no Japão, que ajuda pessoas a encontrar pares ideais para o casamento. A Match.com também realiza eventos em restaurantes de Tóquio.

Mesmo que a Internet japonesa não seja o lugar ideal para conhecer gente nova, a fixação com o anonimato ainda assim resultou em explosão na expressão pessoal - uma grande mudança em uma cultura na qual as opiniões fortes em geral não são expressas em público. Fóruns de discussão anônimos como o imenso 2-channel são altamente populares, e tópicos são propostos para discussão minutos depois que acontecem.

Como vemos em outras partes do mundo, o anonimato online do Japão pode revelar o lado mais desagradável da natureza humana, mas observadores como Shibui dizem que isso também ajuda as pessoas a se libertar e expressar mais.

"Ao usar a Internet para falar anonimamente sobre seus problemas, ou mostrar o que elas têm de bom, ou fazer com que os outros riam", ele disse, "os japoneses agora podem interagir com base no que está sendo de fato dito, sem se preocupar com quem está falando".AP




Quando sua vida está lotada de e-mails 01/10/08

ESTOU LIVRE! - O professor de idiomas Fabiano Sinprônio ‘segura’ uma janela do MSN: e-mail, não

Compulsão por checar novas mensagens a cada minuto gera estresse, prejudica o trabalho e joga muito tempo no lixo
Lucas Pretti e Leandro Artur Ferreira

Acontece com quase todo mundo. Não passou nem 15 minutos desde a última vez que você checou seus e-mails, mas alguma coisa lhe diz que é preciso olhar a caixa de mensagens outra vez. Mais oito mensagens o esperam. São ordens do chefe no trabalho, convites pessoais, arquivos encaminhados, alertas de notícias. Caso consiga não entrar imediatamente em surto, a opção é se enfiar nas mensagens e responder tudo. Até passar mais 15 minutos...

O e-mail existe para facilitar a comunicação das pessoas, mas não são poucas as que preferiam não tê-lo por perto. Todo esse estresse poderia ser reduzido com o auxílio de outras ferramentas de comunicação: messenger, SMS, blog, redes sociais, RSS e até mesmo o velho e bom telefone ou – por que não? – uma rápida caminhada até a mesa do colega.

As opções de comunicação estão cada vez mais diversificadas – e pouca gente tira proveito disso. Uma pesquisa de um dos maiores especialistas mundiais no assunto, o psicólogo Thomas Jackson, da Universidade Loughborough, no Reino Unido, aponta que uma pessoa leva 64 segundos para se concentrar novamente no que estava fazendo após parar para checar seus e-mails. Faça suas contas: é muito tempo perdido em uma sociedade cuja lógica é a produtividade e a competição.

Como fazer para fugir da tentação? Qualquer ruptura tende a ser radical, como a realizada pelo professor de idiomas Fabiano Simprônio, de 28 anos. Ele simplesmente não usa mais e-mails e prefere se comunicar pelo messenger e o Orkut. “E-mail é muito impessoal. A comunicação deve se tornar cada vez mais intimista”, diz.

O mesmo foi feito por um funcionário da IBM americana, Luis Suarez, que relatou a experiência num artigo para o New York Times. O olhar utilitário com que passou a ver a caixa de e-mail e a “evangelização” da lista de contatos levou Suarez a reduzir em 80% o número de mensagens que recebe diariamente. Ele contou a experiência ao Link (veja ao lado).

O mau uso do e-mail é comprovadamente fator de estresse e angústia. Outra pesquisa britânica, da qual participaram pessoas de profissões com alta exigência de criatividade e comunicação, mostra que 64% delas checam e-mails pelo menos uma vez por hora e 35% a cada 15 minutos, essas últimas qualificadas como “estressadas”.

A idéia não é abandonar totalmente o e-mail, embora até seja possível. Mas pense sobre uma afirmação. Há 15 anos, todo mundo sabia os telefones dos amigos de cor. Há 5 anos, era o endereço de e-mail que estava na cabeça. Hoje, para falar com as pessoas mais próximas, você não precisa nem dele. Certo ou errado?
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Internautas postam vídeos em novo dicionário na web -23/09/08

Não satisfeito com atualizações periódicas de dicionários impressos compilados por profissionais, um novo website abriu a definição de palavras a qualquer pessoa.

Os usuários podem colaborar com suas próprias definições de palavras

O Wordia.com oferece a qualquer um a chance de gravar e colocar na Internet um vídeo de si mesmo definindo uma palavra qualquer, em uma completa democratização da linguagem que faria Samuel Johnson, o organizador do primeiro dicionário, se revirar no túmulo.

Uma das primeiras palavras gravadas no site é "bangalô", que é definida como "uma casa de um pavimento em que vivem vovós. Geralmente com gatos. Originalmente, é uma palavra indiana."

Outra opção é "nascente", que sugere que o Wordia é uma tecnologia nascente que "pega algo chato, como um dicionário, e o transforma em algo não tão chato."
Os organizadores esperam que o novo dicionário audiovisual se torne um arquivo vivo da linguagem. Mas isso, só o tempo dirá.


Celular do Google chega aos EUA por US$ 179 no próximo mês -23/09/08




A operadora T-Mobile apresentou oficialmente nesta terça-feira, nos EUA, o primeiro celular com sistema desenvolvido pelo Google. O aparelho conhecido como "Dream" e fabricado pela HTC recebeu o nome de G1.

Operado nos Estados Unidos pela T-Mobile e fabricado pela HTC, o Dream é um celular com design simples, mas com a particularidade de funcionar com o Android, uma plataforma de software para telefones móveis desenvolvida pelo Google.

O Android faz com que a navegação pela internet a partir do celular seja mais simples, permite abrir várias aplicações ao mesmo tempo, o que não é possível com o iPhone, e facilita a troca de dados e contatos entre usuários.

O produto vai custar US$ 179 nos EUA no contrato de dois anos com a operadora --mais barato do que o iPhone, da Apple, que é vendido a US$ 199 por lá.
O celular G1 deve chegar ao mercado norte-americano no dia 22 de outubro. O celular deve desembarcar no Reino Unido em novembro e no resto da Europa no ano que vem.

Configuração

O aparelho tem tela de 3,2 polegadas, sensível ao toque, com resolução de 320 pixels por 480 pixels --o teclado do celular é do padrão QWERTY (tradicional).

Além do Wi-Fi, o produto vem com conexão à internet pelo sistema HSDPA (High Speed Downlink Packet Acess), também conhecida como 3,5G, que propicia maior velocidade que a já rápida rede 3G. A câmera do celular tem 3,2 megapixels.

O usuário pode, pelo celular, obter acesso rápido a serviços do Google, como Gmail, YouTube, Google Maps, GTalk e o Calendar, além de fazer buscas.

Sem previsão

Produto custará US$ 179 nos EUA no contrato de dois anos --ou seja, mais barato do que o iPhone, da Apple

O Google Brasil informa que não há previsão de lançamento de aparelhos com a plataforma Android no país. Segundo a empresa, isso depende da estratégia de operadoras e fabricantes de celular que participam da aliança para desenvolvimento do sistema.

O site de vendas Amazon anunciou, algumas horas antes do lançamento da T-Mobile, que os usuários do novo telefone celular poderão ter acesso a seu catálogo de músicas.

"Comemoramos o lançamento do G1 da T-Mobile, que colocará um grande catálogo de músicas a preços bons ao alcance das mãos de um número ainda maior de consumidores, em um número ainda maior de lugares", declarou a Amazon em um comunicado.



O novo establishment, segundo a Vanity Fair -23/09/08


O nome já diz tudo: Vanity Fair. Dentro desse espírito, adivinha quem, de tecnologia, entrou na lista do Novo Establishment da Vanity Fair, formada por 100 líderes da era da informação?

Os nomes high-tech puramente high tech na mais alta posição (a terceira) foram os de Sergey Brin, Larry Page e Eric Schmidt, os fundadores e o CEO do Google. Antes deles, Wladimir Putin, o primeiro-ministro russo, e o magnata da mídia Rupert Murdoch (dono, entre tantas coisas, do MySpace e do Wall Street Journal).

Steve Jobs, da Apple, Disney e Pixar (as três empresas foram citadas pela Vanity Fair), ficou na quarta posição. Jeff Bezos, fundador e presidente da Amazon, na sexta. Steve Ballmer, o CEO da Microsoft, surgiu em décimo-sexto lugar. Mark Zuckerberg, fundador do Facebook, em vigésimo-quinto.

Larry Ellison ficou bem abaixo do que seu ego gostaria: em trigésimo-sétimo posto, atrás até de Bono, você sabe quem. Howard Stringer, o presidente da Sony que está fritando a Ericsson numa das melhores parcerias que a empresa já fez, a Sony Ericsson, apareceu em trigésimo-nono.

O mexicano Carlos Slim Helú, dono entre otras cositas da Embratel e da Claro, ainda pegou a primeira metade do ranking, em quadragésimo-sexto lugar. Paul Allen, que no século passado fundou a Microsoft com Bill Gates, apareceu em octagésimo lugar. Gates mesmo não entrou: aparentemente não é considerado cool o suficiente. Deve ser por preferir gastar sua fortuna com filantropia, em vez de torrar em festas nababescas como Allen.

Quem fecha a lista, em centésimo lugar, é um dos melhores jornalistas que a tecnologia da informação já produziu: Walter Mossberg, guru de tecnologia pessoal do Wall Street Journal.

Empresa de Israel apresenta menor desktop do mundo -23/09/08

A empresa israelense CompuLab está lançando o que diz ser o menor desktop do mundo. O computador tem 100 mm de largura, por 110 mm de comprimento e 30 mm de altura --a empresa compara o tamanho do aparelho a uma chave de carro.
O produto, chamado fit-PC Slim, é uma nova versão, 40% menor, de um outro computador fabricado pela empresa, chamado fit-PC 1.0.


Computador pesa cerca de 0,5 kg e pode funcionar como roteador de internet Wi-Fi

O preço varia de acordo com a configuração --a versão com Linux instalado custa US$ 295 e vem com 512 Mbytes de memória RAM, HD de 60 Gbytes e conexão Wi-Fi. O modelo com Windows XP tem basicamente a mesma configuração e custa US$ 335.

De acordo com a empresa, o computador funciona com tensão de 12 volts, mas tolera entre 9 volts e 15 volts --com isso, pode ser conectado a baterias de carro ou painéis solares.

O aparelho pesa cerca de 0,5 kg --bem menos que PCs ultraportáteis atualmente no mercado.
Além de computador, o fit-PC Slim pode servir como roteador de internet sem fio. O computador está à venda no site da empresa.



 
 
 

Negócios & TI

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Livro questiona ambições do Google-01/10/08

No momento em que o Google completa a primeira década de seu plano de organizar todas as informações do mundo em 300 anos, será que suas ambições serão compatíveis com seu lema famoso, "não seja malvado"?

O autor diz que, apesar de todo seu sucesso, o Google cometeu enganos
É essa a pergunta que Randall Stross procura responder no livro Planet Google: One Company's Audacious Plan to Organize Everything We Know ("Planeta Google: o plano audacioso de uma empresa de organizar tudo o que sabemos").

A ousadia inteligente do Google fez a empresa superar o rival Yahoo, convertendo-se no mecanismo de busca mais usado no mundo. Seu grande trunfo foi descobrir como ganhar dinheiro com esse sucesso: direcionando anúncios baseados nas buscas feitas pelo usuário.

"O próprio ato de inserir um termo numa busca fornece informações precisas sobre o que está ocupando a cabeça do usuário no momento, e isso permite que se adivinhe com alto grau de acerto qual será o interesse provável do usuário no produto de um anunciante", escreve Stross, colunista de tecnologia e professor de administração de empresas na San Jose State University, nos Estados Unidos.

Os anúncios direcionados ajudaram a fazer o Google chegar a seu pico histórico de avaliação, em novembro de 2007, de US$ 225 bilhões, superando por algum tempo nomes consolidados da indústria tecnológica como IBM e Cisco Systems.

Outro sucesso do Google é o Gmail, que deu a seus usuários uma quantidade inusitada de espaço de armazenamento de e-mails, em troca do direito de lhes enviar anúncios adaptados sob medida ao conteúdo de suas caixas de correio.

A empresa ainda desafiou a Microsoft com seu conceito de cloud computing, ou "computação em nuvem", em que o Google oferece programas simples de processamento de textos, planilhas e navegador na Internet, em troca do direito de abrigar todos os documentos e dados do usuário.

Apesar de todo seu sucesso, porém, diz Stross, o Google cometeu alguns enganos.

Assim como a Microsoft viu o Google tomar conta do negócio lucrativo dos mecanismos de busca, o Google permitiu que o Facebook tomasse conta do setor de redes sociais.

O Google nunca aperfeiçoou seu serviço de videoclipes e acabou pagando US$ 1,65 bilhão para adquirir o YouTube, no qual ainda está tendo dificuldade em vender anúncios e obter lucros.

A empresa sofreu um revés grande quando se propôs a escanear os 32 milhões de livros do mundo, o que a levou a virar alvo de um processo judicial por quebra de direitos autorais.

O livro de Stross, que chega às livrarias três anos depois de a história inicial da empresa ser relatada em A Busca, de John Battelle, termina analisando a declaração de Schmidt de que o Google vai organizar as informações do mundo todo em 300 anos.

"Os primeiros dez anos do Google organizando as informações do mundo já o levaram por uma distância considerável", disse ele. "Talvez a empresa não precise de outros 290 anos para completar sua missão." Reuters



MySpace lança site de música com grandes gravadoras-01/10/08

O MySpace, maior site de redes sociais na web, lançou uma aguardada parceria com as quatro principais gravadoras do mundo, num esforço para concorrer com a iTunes, loja de música digital da Apple que é líder de mercado.

O site oferece música gratuita ilimitada, ingressos para shows e outros serviços

O MySpace Music tem por objetivo conquistar os fãs com uma mistura de música gratuita ilimitada, catálogos abrangentes de faixas, ingressos para shows, merchandising e outros recursos de entretenimento.

O lançamento do novo serviço foi perturbado por especulações quanto à data em que ele estaria operando e pela busca, ainda não encerrada, de um presidente-executivo.

Mas o maior desafio para a nova empreitada foi assinar um acordo com a quarta maior gravadora, a EMI Music, que resistiu até algumas horas antes do anúncio de lançamento do serviço.

O MySpace Music também assinou acordos de licenciamento com The Orchard, uma distribuidora de música independente produzida por centenas de pequenas gravadoras, e com a editora musical Sony/ATV, joint-venture entre a Sony e o astro pop Michael Jackson.

Em abril, o MySpace confirmou que havia fechado acordo para uma joint-venture com o Universal Music Group, com a Sony BMG Music Entertainment e com o Warner Music Group.

Todas as grandes gravadoras aceitaram pequenas participações acionárias no novo empreendimento, em proporções que refletem sua participação de mercado. Isso significa que a Universal teria a maior participação e a EMI a menor.

As gravadoras, que enfrentam dificuldades devido à queda nas vendas de CDs, estão ansiosas por aproveitar as fontes diversificadas de receita que o MySpace Music pode oferecer - ganhando dinheiro com publicidade de primeira linha, downloads de música via Amazon.com, ringtones e, no futuro, ingressos para shows e mercadorias.

O MySpace mesmo considera que deve atrair mais publicidade de qualidade para seu serviço, ao compreender os interesses dos consumidores, e assinou grandes contratos publicitários com McDonald's e Toyota. Reuters
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Globo Vídeos se aproxima do YouTube no Brasil-23/09/08

O YouTube lidera folgado a audiência de vídeos na web no Brasil: tem 11,5 milhões de usuários únicos por mês. Mas o Globo Vídeos não fica tão atrás: atrai 8,2 milhões.

Os números fazem parte da última pesquisa comScore sobre audiência multimídia na internet brasileira, que traz um ranking dos 20 maiores sites por usuários únicos. Foram considerados todos os internautas com mais de 15 anos no mês de julho - um total de 25,2 milhões de pessoas. Nem todos os endereços citados são sites, propriamente. Alguns são serviços. É o caso, por exemplo, do WinAmp.


Dos nomes locais mais conhecidos, aparecem na lista o iG Megaplayer e o Videopop. O YouTube se destaca não só pelo número de usuários, mas também pelo tempo de permanência das pessoas em suas páginas: 12,9 minutos por visita. Neste aspecto, o Globo Vídeos fica muito atrás: sua média é de 2,5 minutos.
A tabela completa da comScore está no site da empresa, em inglês.




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